Showing posts with label Companhia de Dança Contemporânea de Angola. Show all posts
Showing posts with label Companhia de Dança Contemporânea de Angola. Show all posts

CDC ANGOLA - 22 ANOS DE EXISTÊNCIA

CDC ANGOLA - 22 ANOS DE EXISTÊNCIA
27. DEZ. 1991 - 27. DEZ. 2013

No dia 27 de Dezembro de 1991 estreava-se a Companhia de Dança Contemporânea, no Teatro Avenida, com a peça "A propósito de Lweji". Os principais papéis foram dançados por Ana Clara Guerra Marques, Vanda Nascimento, João Paulo A. Costa e Francisco Waldemar T. Bastos. A estes quatro, juntou-se o fotógrafo Rui Tavares, constituindo o núcleo de fundadores da CDC Angola. 
Hoje, cumprimos 22 anos de existência!
São 22 anos a resistir, a mudar, a inovar, a revolucionar, a ensinar, a educar, a elevar, mas também a sofrer, a insistir, a relevar, a perdoar, a ignorar e a sermos vítimas de muitas incompreensões e injustiças. Todavia, e como desistir não está nos nossos planos, aqui estamos para mostrar que quando se acredita, a energia não se esgota!


Pensar e Falar Angola

PAISAGENS PROPÍCIAS PELA CDC

NOTA DE IMPRENSA
PAISAGENS PROPÍCIAS PELA CDC
ANGOLA EM SEGUNDO LUGAR
 A coreografia Paisagens Propícias foi eleita pela crítica especializada do jornal “Público”, a segunda melhor peça de dança entre as criações portuguesas e internacionais, apresentadas em Portugal, durante o ano de 2013. Considerada pelo jornalista e crítico de arte Tiago Bartolomeu Costa “um exemplo feliz de uma colaboração internacional”, Paisagens Propícias foi criada pelo coreógrafo português Rui Lopes Graça para a Companhia de Dança Contemporânea de Angola, propondo-nos a recuperação de memórias e heranças, a partir das vivências e da obra do antropólogo angolano Ruy Duarte de Carvalho, celebrando uma vida que se continuou nas vidas, nas geografias e nas culturas dos povos do sul de Angola, que habitam o deserto do Namibe. Com música original do compositor João Lucas, desenho de figurinos e cenografia de Nuno Guimarães e esculturas de Isaac Dikuiza, Paisagens Propícias teve a sua estreia mundial no Teatro Camões em Lisboa, em Janeiro de 2013 (tendo-se seguido uma digressão pelo Porto e Bragança). Apesar de ainda não ter sido apresentada em Angola, por falta de espaço cénico apropriado, foi já vista em Cuba, Israel e, mais recentemente, em Espanha a convite do Ministério da Cultura e da Embaixada de Angola naquele país, no âmbito do programa de internacionalização da cultura angolana. Acreditando que o desafio da criação deva ser a internacionalização, Tiago Costa refere ainda, no seu artigo publicado no suplemento “Ípsilon”, que a presença de obras que, como Paisagens Propícias procurem outras linguagens corporais e opções estéticas, “mostra a necessária reflexão sobre o modo como a criação contemporânea, mais do que transnacional, trabalha a partir de contrapontos e nos interstícios dos discursos formatados”. Com Paisagens Propícias a CDC Angola foi posta à prova junto de nomes internacionais de referência como Companhia Marie Chouinard, Wim Wandekeybus, Olga Roriz, Clara Andermatt, Raimund Hoghe, Monika Gintersdorfer & Knut Klassen. Gabinete de Divulgação e Imagem, da CDC Angola em Luanda, aos 06 de Dezembro de 2013


Artigo de TBC em: http://ipsilon.publico.pt/teatro/texto.aspx?id=3283277


Pensar e Falar Angola